No início de 2023, a Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, foi palco de uma das vinganças mais brutais do crime organizado. O traficante conhecido como Popotinha, que atuava no Boogie Woogie (ou Morro do Boogie Woogie) pelo Terceiro Comando Puro (TCP), decidiu trair a facção e pular para o lado rival, o Comando Vermelho (CV), na Favela do Barbante.
Ao desertar, Popotinha levou um fuzil como “presente” para os novos aliados e, segundo relatos que circulam no meio do crime, teria participado ou ordenado a execução de um ex-companheiro do TCP durante o plantão de vigilância — uma traição que não ficou impune.
Dias depois, forças do TCP, incluindo do Morro do Dendê e áreas próximas, invadiram o território do CV, capturaram Popotinha e o levaram para um local isolado. Lá, começou a tortura extrema: o bandido foi humilhado em vídeo, forçado a “chupar o fuzil” (com a arma enfiada na boca enquanto era debochado e intimidado por cerca de um minuto), espancado, executado e esquartejado vivo — partes do corpo foram desmembradas de forma cruel, e imagens chocantes vazaram para servir de propaganda e alerta no submundo.
Após o crime, traficantes do TCP ainda tiraram fotos da casa abandonada de Popotinha no Barbante e postaram com zoeiras pesadas, dizendo que ele estava “passando fome” ou que os novos aliados o haviam largado na mão.
Esse caso de janeiro de 2023 continua sendo lembrado como um dos mais violentos da guerra entre TCP e CV na Ilha do Governador. Vídeos e fotos do esquartejamento reaparecem periodicamente em perfis de crime organizado como flashback sangrento, reforçando a mensagem clara: traição no tráfico custa caro, e a vingança é sem limites.








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Valeu.😅
Ele todo feliz talvez estivesse pensando que podia escapar agindo daquela maneira